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    <description>Montesano News ligada com o Brasil e o Mundo</description>
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      <title>Copa do Mundo de 2014 injetará R$ 142 bilhões na economia&#13;Fonte: Diário do Vale Online</title>
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      <pubDate>Thu, 15 Jul 2010 15:10:50 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.montesano.com.br/Site/Montesano_Negocios/Entradas/2010/7/15_Copa_do_Mundo_de_2014_injetara_R$_142_bilhoes_na_economiaFonte__Diario_do_Vale_Online_files/copa-do-mundo-2014_1.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.montesano.com.br/Site/Montesano_Negocios/Media/object008_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:177px; height:118px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Depois da Copa do Mundo da África do Sul, os olhos do mundo estão voltados para o Brasil, que sediará o próximo mundial, daqui a quatro anos. A expectativa já é grande. A Copa do Mundo de 2014 garantirá a atração de novos investimentos e o aumento da geração de empregos, movimentando a economia brasileira. Segundo pesquisa da consultoria Ernst &amp;amp; Young, o maior evento do futebol deve injetar R$ 142 bilhões no país e criar três milhões e 600 mil postos de trabalho.  De acordo com o economista da Fundação Getúlio Vargas, Fernando Blumenschein, os impactos socioeconômicos, resultados da Copa de 2014, serão diretos, na área de infraestrutura, e indiretos, ligados a uma cadeia produtiva intensa e ramificada. O evento também irá ajudar a reforçar a renda dos brasileiros, o que retornará em consumo e em legado, como foi constatado na análise Brasil Sustentável - Impactos Socioeconômicos da Copa do Mundo.  - Acho que é uma oportunidade para o país, a administração pública e o setor privado de utilizar o evento Copa do Mundo para melhorar políticas públicas em diversos níveis e introduzir conceitos novos. É uma questão positiva que o evento pode trazer, e pode ser feita na área da segurança pública e no setor de planejamento de investimentos. No nosso estudo mencionamos ainda a importância da questão da sustentabilidade - ressaltou o economista.  Durante entrevista a uma rádio carioca, ontem, Fernando Blumenschein destacou ainda o compromisso do Brasil de aplicar recursos em um cronograma previsto e em um dimensionamento orçamentário estabelecido. Para isso, o projeto conta com investimentos dos governos federal, estaduais e municipais. A coordenação de todas as entidades está sendo realizada de forma correta para que a sociedade brasileira continue sendo beneficiada mesmo depois da realização da Copa, principalmente no que se refere à geração de renda.  - É difícil prever o que vai acontecer no Brasil. Tudo vai depender do ambiente macroeconômico e das taxas de crescimento que o país vai experimentar nos próximos anos, no sentido de que esse crescimento poderá absorver em maior ou menor grau, de maneira sustentável, esses empregos que estão sendo criados diretamente para a Copa do Mundo. Hoje, a economia brasileira está crescendo. A copa vai suprir algumas das nossas necessidades - afirmou Blumenschein.</description>
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      <title>Meio Ambiente e Energia: objetivo Brasil para empresas italianas&#13;Fonte: Brasilplanet</title>
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      <pubDate>Thu, 10 Jun 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.montesano.com.br/Site/Montesano_Negocios/Entradas/2010/6/10_Meio_Ambiente_e_Energia__objetivo_Brasil_para_empresas_italianasFonte__Brasilplanet_files/ecobus_1.png&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.montesano.com.br/Site/Montesano_Negocios/Media/object006_1.png&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:157px; height:130px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;EcoBusiness Brasil é um projeto criado pela Empresa Especial da Câmara de Comércio de Milão (Promos) para apoiar a presença no mercado brasileiro de PME da região italiana lombarda que operam na área de energias renováveis e tecnologias ambientais e desenvolvimento sustentável. O projeto EcoBusiness Brasil é apresentado sob o edital de financiamento &amp;quot;Agregações de empresas para projetos integrados de internacionalização&amp;quot;, promovido pela Região da Lombardia e as Câmaras de Comércio Lombardas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As atividades são divididas em duas partes: a participação direta na feira Ecobusiness 2010, que acontece em São Paulo de 31 agosto a 2 de setembro, e a organização da visita à Italia de operadores turísticos latino-americanos interessados em entrar em contato com empresas da Lombardia para iniciar novas parcerias e identificar novas oportunidades de negócios.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O recebimento das adesões para participar da iniciativa será realizado até sexta-feira, 14 de maio. Graças ao incentivo publicado no edital promovido pela Região da Lombardia e as Câmaras de Comércio lombardas, em caso de aprovação do projeto, as empresas lombardas receberão uma contribuição que diminuirá de 50% os custos efetivamente suportados.</description>
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      <title>Fórum de Sustentabilidade chega ao fim e apresenta propostas&#13;Fonte: Terra</title>
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      <pubDate>Tue, 6 Apr 2010 01:50:30 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.montesano.com.br/Site/Montesano_Negocios/Entradas/2010/4/6_Forum_de_Sustentabilidade_chega_ao_fim_e_apresenta_propostasFonte__Terra_files/1482741-4720-atm14_1.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.montesano.com.br/Site/Montesano_Negocios/Media/object003_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:158px; height:118px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Empresário, políticos, cientistas, índios e demais participantes do Fórum Internacional de Sustentabilidade assinaram, no início da noite deste sábado, a Carta do Amazonas, resultado de dois dias de palestras e debates que tentaram responder a uma pergunta básica: &amp;quot;como obter lucro mantendo a floresta em pé?&amp;quot;.&lt;br/&gt;&amp;quot;Hoje, a floresta Amazônica está sob ameaça de atividades predatórias que visam o lucro imediato, sem preocupação com o impacto que causam. Declaramos tal situação ser insustentável e intolerável, e nos comprometemos como cidadãos, líderes, homens e mulheres conscientes, a defender a integridade dos ecossistemas amazônicos&amp;quot;, diz o documento distribuído aos participantes, impresso em papel reciclável.&lt;br/&gt;Em termos de negócios, os primeiros resultados já podem ser vistos, e prometem uma acirrada disputa entre dois gigantes do comércio varejista. Os grupos Pão de Acúcar e Walmart anunciaram parcerias de compra de pescado produzido no Amazonas. &amp;quot;A gente já fez contatos com algumas cooperativas que fazem o trabalho aqui. Não posso falar de quando os produtos vão estar nas lojas, mas a idéia é termos em nossas gôndolas pirarucu e tambaqui da Amazônia nos próximos meses&amp;quot;, disse o diretor de comunicação do grupo Walmart Brasil, Luiz Herisson.&lt;br/&gt;O grupo Pão de Açúcar anunciou a compra de 4 toneladas de pirarucu da reserva extrativista de Mamirauá, situada em Tefé (AM). &amp;quot;É um primeiro passo, pois vamos comercializar o peixe principalmente nas lojas de São Paulo. Mas também é um grande passo, porque vamos voltar aqui pra desenvolver junto aos produtores, junto aos frigoríficos, não só o peixe, mas todos os produtos que são produzidos de maneira sustentável&amp;quot;, disse Hugo Bethlem, vice-presidente executivo do Grupo Pão de Açúcar.&lt;br/&gt;Os negócios anunciados passaram pela intermediação da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), criada pelo Governo do Amazonas de maneira mista com o Bradesco e a Coca-Cola. &amp;quot;Isso prova que vale mais a floresta em pé do que ela derrubada. O que nós começamos a mostrar anos atrás hoje é um consenso. Foi gratificante ver os líderes empresariais endossarem isso com convicção&amp;quot;, comemorou Virgílio Viana, diretor executivo da FAS.&lt;br/&gt;&amp;quot;Agora, é colocar em prática o que as empresas, as ONGs, a imprensa e os formadores de opinião se comprometeram a fazer aqui. Há uma consciência coletiva que empurra positivamente uma agenda de tarefas construtivas para coibir, criticar e denunciar aquelas ações que visam à destruição da floresta&amp;quot;, finalizou o coordenador do evento, o empresário João Dória Jr.</description>
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      <title>Superávit comercial quase dobra em março&#13;Fonte: Terra</title>
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      <pubDate>Thu, 1 Apr 2010 12:58:55 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.montesano.com.br/Site/Montesano_Negocios/Entradas/2010/4/1_Superavit_comercial_quase_dobra_em_marcoFonte__Terra_files/superavit_1.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.montesano.com.br/Site/Montesano_Negocios/Media/object000_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:126px; height:139px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;A balança comercial brasileira encerrou março com superávit de US$ 668 milhões, resultado de exportações de US$ 15,727 bilhões e importações de US$ 15,059 bilhões, mostraram dados nesta quinta-feira. No mês anterior, o superávit ficou em US$ 394 milhões, decorrente de embarques de US$ 12,197 bilhões e aquisições de US$ 11,803 bilhões.&lt;br/&gt;Na medida referente à média diária, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o saldo positivo em março, com 23 dias úteis, alcançou US$ 29 milhões, com exportações em US$ 683,8 milhões e importações em US$ 654,7 milhões.&lt;br/&gt;No ano, as contas do comércio exterior registram superávit de US$ 895 milhões, com as exportações somando US$ 39,229 bilhões e as importações totalizando US$ 38,334 bilhões.&lt;br/&gt;O resultado representa um recuo ante ao saldo de igual período de 2009, quando somou US$ 2,988 bilhões, com exportações de US$ 31,177 bilhões e aquisições de US$ 28,189 bilhões.</description>
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